terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Verão em Torres
Com uma aparente pressa passou o outono, passou o inverno, a primavera está nos últimos suspiros e o verão (calor) voltou. Tempo bom, este. Em especial pra quem mora em Torres. Já é tempo de ir à Prainha dar uns mergulhos, tomar chimarrão, brincar, namorar, conversar...
Mas tem um inconveniente circular pela Prainha. Como não é só a gente que gosta, outros por lá desfilam (normal). Mas abrem o capô de seus carros encantados e a música mais fantástica (pra eles) toca num volume que até o mar fica tímido. A música das ondas?! Não!!! Só a música dos egoístas! E pensam que estão agradando...
Será pedir muito querer a música das ondas, das conversas numa roda de chimarrão, do som de crianças brincando?
E eu (e muitos outros) que vou para conversar, ouvir o mar, crianças, brincadeiras, fico a ouvir a música deles num volume tal que fere qualquer ouvido decente. É uma pena... O calçadão da Prainha está ficando sem graça.
O que poderíamos fazer pra reverter esse quadro?!
Eu vou...
... mas volto!
Beto Johann
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Concurso - Trabalho
Com certeza podes deduzir o quanto essa notícia me deixa contente. A tua felicidade é também a minha.
É com alegria que tenho acompanhado os teus passos, às vezes claudicantes, mas sempre pra frente. E essa é uma passada larga e firme que dás com muita convicção. E não vou cansar de repetir: a boa plantação proporciona colheita farta e de qualidade inquestionável. Sei o quanto estás feliz. Mereces cada um desses sorrisos.
Morgana, parabéns!!!
Eu te amo muito e estou feliz contigo.
O Pai
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Vossos filhos não são vossos filhos
Alguns detalhes têm feito com que eu reflita um pouco mais sobre Família, filhos, filhas... Trabalhar longe de casa, filhas longe, reflexão (culpa?), saudade, revisão de conceitos e atitudes. Ou será pelo nó na garganta ao rezar o Pai Nosso ao telefone com minha filha de dez anos, a pedido dela, enquanto boceja e adormece? E o tempo passa tão rápido que mais e mais vemos o acerto das palavras de Gibran. E nos meus pensamentos tenho consciência de que errar por negligência na educação de filhos deve ser motivo pra muitas lágrimas; de quem não é educado e de quem deveria educar. Portanto... reflitamos todos...
Eu vou...
...mas volto!
Beto Johann
"Gibran Khalil Gibran escreveu sobre os filhos com inusitado acerto e rara e impetuosa beleza em seu magistral livro intitulado “O Profeta”:"
“Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da Vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não são de vós.
E embora convivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes o vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã, que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós;
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O Arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda Sua força para que Suas flechas se projetem, rápidas para longe.
Que vosso encurvamento na mão do Arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como Ele ama a flecha que voa, também ama o arco que permanece estável.”
"É verdade! Nossos filhos não são nossos filhos. São filhos de Deus... e a nós, cabe educá-los, fazendo nossa parte na obra da criação."
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Reflexões sobre Família
Eu vou...
...mas volto!
Beto Johann
A parentela corporal e a parentela espiritual
"Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.
Os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, as mais das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena. Mas, também pode acontecer sejam completamente estranhos uns aos outros esses Espíritos, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por um mútuo antagonismo, que aí lhes serve de provação. Não são os da consangüinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Segue-se que dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue. Podem então atrair-se, buscar-se, sentir prazer quando juntos, ao passo que dois irmãos consangüíneos podem repelir-se, conforme se observa todos os dias: problema moral que só o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências. (Cap. IV, nº 13.)
Há, pois, duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais. Duráveis, as primeiras se fortalecem pela purificação e se perpetuam no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma; as segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissolvem moralmente, já na existência atual. Foi o que Jesus quis tornar compreensível, dizendo de seus discípulos: Aqui estão minha mãe e meus irmãos, isto é, minha família pelos laços do Espírito, pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus é meu irmão, minha irmã e minha mãe.
A hostilidade que lhe moviam seus irmãos se acha claramente expressa em a narração de São Marcos, que diz terem eles o propósito de se apoderarem do Mestre, sob o pretexto de que este perdera o espírito. Informado da chegada deles, conhecendo os sentimentos que nutriam a seu respeito, era natural que Jesus dissesse, referindo-se a seus discípulos, do ponto de vista espiritual: “Eis aqui meus verdadeiros irmãos.” Embora na companhia daqueles estivesse sua mãe, ele generaliza o ensino que de maneira alguma implica haja pretendido declarar que sua mãe segundo o corpo nada lhe era como Espírito, que só indiferença lhe merecia. Provou suficientemente o contrário em várias outras circunstâncias."
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIV, item 8.)
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Grenal
Essas linhas estão sendo escritas quase a uma da manhã do dia quatorze, quinta-feira. Portanto, o Grenal já acabou há quase uma hora. O blog está com o horário atrasado umas quatro horas.
Então tá!
Saudações gremistas! E aos colorados... bem... saudações, também!
Eu vou...
...mas volto!
Beto Johann
domingo, 10 de agosto de 2008
Dia dos Pais
Mas eu, como pai, mesmo sabendo deste interesse maior por uma oportunidade de vender, movimentar a economia, ainda assim me sensibilizo. E numa apresentação de minha filha pequena na escola, vou às lágrimas com um coral de pequenos cantando músicas alusivas à data. E se essas lágrimas não embargassem meu olhar de maneira tão intensa, e eu não ficasse o tempo todo tentando disfarçar essa emoção (como se isso fosse errado), e não tivese olhos só pra minha filha, eu veria muitos pais com os olhos também marejados, todos com o olhar fixo buscando os olhos dos seus pequenos. E eles lá no palco cantando como se na platéia so existisse um pai: o seu!
Decididamente o Criador não brincou em serviço quando de Suas mãos sairam pais, sairam filhos, e saiu o amor que amarra uns aos outros de maneira tão bela, tão doce, tão forte.
Certamente neste Dia dos Pais eu não esqueceria de escrever pra vocês do meu Pai, que já retornou ao Plano Espiritual, mas que nem por isso deixo de lembrar. Além da saudade, bem que eu gostaria de levar um papo com ele, agora que ele foi conferir algumas coisas que conversávamos enquanto tomávamos chimarrão noutros tempos. Seria bem interessante...
Muito necessário se faz escrever umas palavras pra parabanizar as mulheres que desempenham o papel de mãe e de pai. E são muitas essas mulheres! Que os seus filhos lhes sejam sempre motivo de muita alegria.
E eu não poderia esquecer dos pais que não se dão conta da oportunidade que estão perdendo, ao ignorarem o papel que lhes cabe na formação do caráter dos seus filhos. É uma pena... Terão de recomeçar, um dia...
De qualquer forma, a todos os pais, os mais felizes e os menos felizes, um abraço pelo dia deles, nosso dia. Que, por sinal, é todo dia, segundo minha filha.
Eu vou...
...mas volto!
Beto Johann
domingo, 3 de agosto de 2008
Baleias
Detalhe: viajamos embalados pelo jogo do Grêmio, líder, ganhando outra vez... Vida boa essa, não?!
Morgana, foi muito prazeiroso estar com vocês. O privilégio foi nosso, podes ter certeza. Prometo repetir essas andanças com mais frequência.
Então tá!
Eu vou...
...mas volto!
Beto Johann
sábado, 2 de agosto de 2008
Passear
Eu vou...
...mas volto!
Beto Johann
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Volta pra casa
Deus, obrigado...
"Eu vou, pra casa, agora eu vou..."
Eu vou...
... mas volto!
Beto Johann
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Felicidade
Eu vou...
...Mas volto!
Beto Johann
O começo pelo começo
Quase seis da manhã. Chove mansamente e é nesta madrugada molhada que escrevo as primeiras linhas deste blog. Acordar tão cedinho para escrever? Não... Estou no trabalho mesmo. E aqui não tem hora pra nada. É uma das marcas deste trabalho.
Por sinal, a chuva fez com que o rio aqui ao lado aumentasse e a descida da água pelas pedras é uma música pra meus ouvidos. Verdade que esta música, neste horário, dá sono. E não posso me permitir adormecer acalentado pelo som do rio. E é por isso que vou fazer um café.
Eu vou...
... mas volto!
Beto Johann